Sejam bem-vindos.
Aqui compartilho partes da minha vida pessoal, desde a infância até os dias de hoje. São histórias reais, vividas por mim, sem filtros ou invenções.
Sempre acreditei que a vida é um espelho: observando histórias de outras pessoas, aprendi a refletir, escolher caminhos e tomar decisões, sejam
elas boas ou ruins. Que isso fique bem claro entre nós: este espaço é feito apenas de vivências reais de toda uma vida.
Coragem para começar, determinação para continuar
Muitas pessoas têm sonhos, projetos e vontade de mudar de vida. Acreditam, fazem planos e até oram por aquilo que desejam conquistar. Mas existe uma coisa que não podemos esquecer: não basta pensar, acreditar e esperar. Sem ações, nada se constrói.
A fé pode fortalecer-nos, os pensamentos podem orientar-nos e os sonhos podem dar-nos direção. Mas precisamos de metas, planos, disciplina e atitudes. Porque fé sem ação é igual a nada. Se queremos chegar a algum lugar, precisamos de dar os passos necessários para lá chegar.
Abertamente falando aqui entre nós, as barreiras fazem parte do caminho. Nem todo desafio aparece para nos impedir de avançar; alguns ensinam-nos a encontrar novas maneiras de continuar. O problema é que, cada vez que encontramos uma dificuldade e voltamos para trás, afastamo-nos um pouco mais daquilo que desejamos conquistar.
Coragem é ter força para começar. Determinação é encontrar motivos para continuar, mesmo quando o caminho fica difícil. Imagine alguém que decide enfrentar um leão. Teve coragem para se aproximar, mas, quando ouviu a primeira rugida, fugiu. A coragem levou-o até ali, mas faltou-lhe determinação para prosseguir. Na vida, muitas vezes, fazemos o mesmo: começamos cheios de vontade, mas desistimos quando surgem os primeiros obstáculos.
Isso não significa que devemos insistir cegamente em tudo. Às vezes, precisamos de mudar a estratégia, aprender ou escolher outro caminho. Mas mudar a maneira de avançar não é o mesmo que abandonar o objetivo.
Por isso, quando pensar em desistir, lembre-se do motivo que o fez começar. Reveja o plano, ajuste o que for necessário e dê o próximo passo. Não precisa de vencer todas as batalhas num único dia, mas precisa de continuar a construir o caminho.
Os sonhos não se realizam apenas porque acreditamos neles. Realizam-se quando transformamos essa crença em decisões, trabalho e atitudes. Tenha fé, coragem e determinação. E, acima de tudo, não permita que a primeira dificuldade decida até onde você pode chegar.
Esforça-te e tem bom ânimo.
Josué 1:9
Vamos enriquecer juntos.
Procrastinação
Todos nós temos sonhos, projetos e objetivos, mas nem sempre fazemos o que é necessário para realizá-los. Às vezes, sabemos exatamente o que precisamos fazer, mas adiamos para amanhã. E, enquanto esperamos o momento perfeito, o tempo continua passando.
Quando me mudei do Brasil para Portugal, precisei recomeçar. Trabalhei muitas horas por dia, enfrentei dificuldades e aprendi que construir uma vida exige mais do que vontade: exige atitude, disciplina e persistência. Não bastava desejar uma vida melhor. Eu precisava trabalhar para construí-la.
Abertamente falando aqui entre nós, a procrastinação pode nos afastar dos nossos sonhos sem que percebamos. Um dia adiamos, depois adiamos novamente e, quando olhamos para trás, percebemos quanto tempo perdemos esperando pela disposição de começar.
Não precisamos fazer tudo de uma vez. Podemos começar com pequenos passos, dedicando alguns minutos a um projeto, estudando um pouco ou organizando aquilo que está pendente. O importante é não transformar o adiamento em um hábito.
Você não precisa esperar sentir vontade para começar. Muitas vezes, a vontade aparece depois que damos o primeiro passo.
Se existe algo que você deseja realizar, pergunte a si mesmo: o que posso fazer hoje para me aproximar desse objetivo? Comece com o que tem, respeite seus limites e avance no seu ritmo. Você não controla todos os resultados, mas pode escolher as atitudes que toma diante dos seus objetivos.
Porque sonhar é importante, mas são as nossas ações que transformam os sonhos em projetos e os projetos em realidade.
Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças.
Eclesiastes 9:10
Vamos enriquecer juntos.
Pensar é o começo. Agir é o que transforma
Quantas vezes desejamos muito alguma coisa e ficamos esperando que ela aconteça? Queremos mudar de vida, ganhar mais dinheiro, conquistar uma casa, realizar um projeto, melhorar nossa situação. Pensamos, imaginamos, fazemos planos na cabeça e, às vezes, esperamos que a vida simplesmente coloque aquilo diante de nós.Mas existe uma diferença enorme entre pensar em alguma coisa e trabalhar para que ela aconteça.
Quando Napoleon Hill escreveu sobre “pensar e enriquecer”, a ideia não precisa ser entendida como simplesmente imaginar dinheiro até que ele apareça. Pensar pode ser o começo de um processo: você define o que deseja, transforma o desejo em uma ideia, cria um plano e começa a trabalhar para colocá-lo em prática.
É exatamente assim que muitas coisas acontecem na vida. Eu posso pensar: “Eu quero comprar minha casa.” Mas, se ficar apenas pensando nisso, a casa não vai aparecer. Quando começo a descobrir quanto preciso, de onde virá o dinheiro, quanto preciso guardar, qual trabalho vou fazer e quais decisões preciso tomar, aquele pensamento deixa de ser apenas um desejo. Ele começa a se transformar em um projeto.
E é aí que precisamos ter cuidado com algumas promessas que encontramos nas redes sociais. Hoje existem conteúdos que apresentam a riqueza como se bastasse mentalizar dinheiro, conectar a mente à abundância ou utilizar determinados conceitos para fazer o dinheiro chegar. Conceitos como a lei da atração e até referências à física quântica aparecem, muitas vezes, associados a esse tipo de promessa.
Abertamente falando aqui entre nós, não existe problema em buscar inspiração, ter pensamentos positivos ou acreditar que podemos construir uma vida melhor. O problema começa quando alguém vende a ideia de que pensar é suficiente.
Pensamento pode direcionar. Fé pode fortalecer. Conhecimento pode ensinar. Mas nenhum deles elimina a necessidade de agir.
Deus nos ensina sobre fé, e em Mateus 21:22 encontramos a promessa de que aquilo que pedirmos em oração, crendo, receberemos. Mas fé não precisa ser confundida com passividade. Ter fé também pode significar acreditar enquanto fazemos a nossa parte, mesmo quando ainda não conseguimos enxergar o resultado.
Porque, no fim, não adianta pensar todos os dias em uma vida diferente e continuar tomando exatamente as mesmas decisões.
Não adianta querer uma casa sem construir o caminho financeiro para chegar até ela. Não adianta querer um negócio sem trabalhar nele. Não adianta querer conhecimento sem estudar. Não adianta querer vencer a procrastinação sem começar. E não adianta esperar uma mudança enquanto continuamos alimentando os mesmos hábitos.
Talvez a força que você esteja procurando não esteja em mais uma fórmula encontrada na internet. Talvez esteja na decisão de começar a fazer aquilo que você já sabe que precisa fazer.
Você não controla tudo o que acontece na sua vida. Mas existem coisas que estão nas suas mãos: suas escolhas, seus hábitos, sua disciplina, seu esforço, sua disposição para aprender e sua coragem para recomeçar.
Entre Nós, talvez seja justamente isso que precisamos lembrar: não precisamos esperar sentir vontade para agir. Muitas vezes, a vontade aparece depois que começamos.
Tenha fé, mas também tenha atitude, Pense, mas transforme o pensamento em plano, Planeje, mas coloque o plano em movimento, e quando o resultado demorar, não confunda demora com impossibilidade. Continue ajustando, aprendendo e caminhando. Porque pensar pode mostrar o caminho, mas são os passos que nos levam até o destino.
Tudo quanto pedirdes em oração, crendo, recebereis.
Mateus 21:22
Vamos enriquecer juntos.
Quando a vida te der um limão, faça uma limonada
Quando a vida te der um limão, faça uma limonada
Muita gente acredita que, para vencer na vida, basta pensar, imaginar e acreditar que as coisas vão acontecer. Mas não é assim. Podemos ter fé, sonhos e esperança, mas também precisamos arregaçar as mangas e agir. Dinheiro não nasce em árvore. A gente planta para colher aquilo que desejamos. É preciso acreditar, trabalhar, ter paciência e perseverar.
Essa semana, vivi uma situação que me fez pensar justamente nisso. Eu estava trabalhando no caminhão e fomos até um lugar, no meio do mato, pegar uma carga de tomates. Era apertado e difícil para manobrar. Na hora de dar ré, o para-choque ficou preso em um cipó e quebrou. Quando vimos o que tinha acontecido, poderíamos ter ficado desesperados. Mas demos glória a Deus, porque poderia ter sido muito pior. O prejuízo estava ali, mas nós estávamos bem.
Abertamente falando aqui entre nós, é fácil agradecer quando tudo dá certo. O verdadeiro exercício é conseguir agradecer quando alguma coisa sai diferente do planejado. Ligamos para saber o valor do conserto, e seriam cerca de 400 euros. É dinheiro? Sim. É uma perda? Sim, mais importante continuava intacto: nossa vida, nossa saúde e a oportunidade de continuar trabalhando.
Às vezes, um problema também nos mostra aquilo que temos para agradecer. O caminhão teve um para-choque quebrado porque eu tenho um caminhão. Se você tem um carro e ele quebra, agradeça, porque isso é sinal de que você tem um carro, enquanto muita gente não tem. A casa precisa de reparos porque existe uma casa. Nem sempre enxergamos assim quando o problema aparece, mas algumas dificuldades também revelam bênçãos que já fazem parte da nossa vida.
Existem pessoas enfrentando doenças, sem poder trabalhar ou sem uma ferramenta de trabalho para ganhar o próprio sustento. Por isso, precisamos olhar para os nossos problemas com perspectiva. Nem todo prejuízo significa que perdemos tudo.
Para vencer na vida, não fique apenas imaginando a mudança. Acredite em você, tenha fé, coloque as mãos na massa e vá trabalhar.
Vontade menos ação é igual a nada.
Vamos enriquecer juntos.
O que você precisa para mudar a sua história?
Muitas pessoas acreditam que o enriquecimento depende apenas de vontade. Mas, abertamente falando aqui entre nós, vontade sozinha não constrói liberdade financeira. Para conquistar aquilo que desejamos, existem duas coisas fundamentais: acreditar no nosso potencial e fazer uma escolha. Acreditar em você é entender que é capaz, que pode aprender, crescer e vencer. Não significa pensar que tudo será fácil, mas confiar que você consegue construir o caminho. A segunda coisa é escolher. E escolher significa decidir estudar, buscar conhecimento e fazer acontecer. Porque conhecimento sem atitude não produz mudança. Da mesma forma, ter muita vontade sem aprender pode fazer você caminhar sem direção. Querer mudar é o começo, mas escolher mudar é o que coloca a vida em movimento.
Essa escolha começa quando você decide estudar aquilo que realmente deseja conquistar. Se o seu objetivo é alcançar liberdade financeira, aprenda sobre dinheiro, investimentos, patrimônio e sobre as decisões que podem aproximar você desse objetivo. Se quer dominar outro assunto, estude. Se deseja falar uma nova língua, dedique dez minutos do seu dia para aprender. Se quer ler aquele livro que está esperando há meses, reserve cinco ou dez minutos para algumas páginas. Parece pouco, mas pequenas atitudes repetidas todos os dias podem construir resultados que hoje você ainda não consegue enxergar. Entre Nós, é importante entender que ninguém precisa mudar a vida inteira de uma vez. Às vezes, uma pequena escolha feita hoje é justamente o começo da grande transformação que você estava esperando.
Não importa qual seja o seu sonho: construir uma empresa, organizar sua vida financeira, aprender algo novo, melhorar seus relacionamentos ou simplesmente se tornar uma pessoa melhor. O primeiro passo é descobrir o que realmente deseja e transformar esse desejo em uma decisão. Depois, transformar a decisão em rotina. E então continuar, mesmo quando os resultados ainda não aparecerem. Claramente, não existe uma fórmula mágica para conquistar aquilo que queremos, mas existe algo que está ao alcance de todos: acreditar em si, buscar conhecimento e agir. Seu sonho não precisa continuar sendo apenas uma vontade. Ele pode começar com dez minutos, uma página, uma escolha ou uma atitude hoje. E talvez, daqui a algum tempo, você olhe para trás e perceba que aquela pequena decisão foi o início de uma nova história.
Tudo é baseado em escolhas
Vamos enriquecer juntos.
mudança ou decisão ?
Às vezes, esperamos que uma grande mudança aconteça para acreditar que a nossa vida está mudando. Imaginamos que será uma decisão enorme, uma oportunidade inesperada ou alguma coisa que vai transformar tudo de uma vez.
Mas nem sempre é assim.
Muitas das maiores mudanças começam de forma simples. Começam quando decidimos fazer diferente aquilo que sempre fizemos igual. Quando organizamos melhor a nossa vida, mudamos uma escolha, começamos um projeto ou simplesmente percebemos que não podemos continuar vivendo da mesma maneira.
O interessante é que, no começo, quase ninguém percebe.
A mudança acontece primeiro dentro de nós. Depois aparecem as pequenas atitudes. E, quando percebemos, aquilo que parecia pequeno começou a produzir um resultado completamente diferente.
Abertamente falando aqui entre nós, quando olhamos para trás, muitas vezes conseguimos identificar exatamente os momentos em que a nossa vida começou a tomar outro rumo. Só que, naquele dia, não sabíamos que estávamos diante de uma virada.
Simplesmente estávamos fazendo uma escolha.
É assim também com os projetos. Um projeto não nasce pronto. Ele começa com uma ideia, depois vem o primeiro passo, o segundo, os erros, os ajustes e, pouco a pouco, aquilo que estava apenas na nossa cabeça começa a existir de verdade.
Por isso, não despreze as pequenas decisões.
Talvez aquilo que você começou hoje ainda pareça pequeno. Talvez ninguém esteja vendo. Talvez nem você consiga imaginar onde isso vai chegar.
Mas continue cuidando daquilo que você decidiu construir.
Porque algumas das maiores conquistas da nossa vida começam justamente assim: pequenas o suficiente para quase ninguém perceber, mas importantes o suficiente para mudar o nosso caminho.
Quem é fiel no pouco também é fiel no muito.
Lucas 16:10
Vamos enriquecer juntos.
Perseverar
Quando falamos em perseverança, muitas vezes imaginamos alguém que nunca parou, nunca teve medo e sempre soube exatamente onde queria chegar. Mas, sinceramente, a vida não funciona assim.
Perseverar também é saber recomeçar.
Existem momentos em que precisamos deixar algumas coisas para trás e começar novamente. Não porque fracassamos, mas porque entendemos que continuar exige coragem para mudar o caminho.
Eu aprendi que nem todo recomeço vem acompanhado de certezas. Às vezes, temos apenas uma decisão no coração e a disposição de dar o próximo passo.
Foi assim que muitos projetos começaram. Primeiro vem a vontade. Depois aparecem as dificuldades, os imprevistos, o cansaço e aquela pergunta silenciosa: será que vai dar certo?
A verdade é que ninguém consegue enxergar o resultado antes de construir o caminho.
Abertamente falando, muitas das conquistas que vemos hoje começaram em momentos em que não havia garantia nenhuma de que dariam certo. O que existia era trabalho, escolha, paciência e a disposição de continuar.
E é aí que entra a verdadeira perseverança.
sinceramente aqui para nós Não é simplesmente insistir em qualquer coisa. É saber por que você começou, reconhecer quando precisa mudar a estratégia e, mesmo assim, não abandonar aquilo que realmente importa.
Um projeto pode demorar mais do que imaginávamos. Uma conquista pode chegar depois do prazo que planejamos. Um sonho pode precisar de outro caminho.
Mas isso não significa que ele morreu. Talvez você esteja justamente nessa fase: trabalhando, tentando, recomeçando e ainda sem enxergar a conquista.
Porque perseverar não é ter certeza de que será fácil. É acreditar que vale a pena continuar.
E não nos cansemos de fazer o bem, pois no tempo próprio colheremos, se não desanimarmos.
Gálatas 6:9
Vamos enriquecer juntos
A luz no fim do túnel
Nos últimos dias, tivemos a oportunidade de olhar para o céu e perceber algo diferente. O eclipse solar que pôde ser observado aqui em Portugal nos fez parar por alguns instantes e olhar para cima.
E talvez seja justamente isso que a vida esteja nos pedindo tantas vezes: parar.
Vivemos em um mundo onde as notícias chegam a todo momento. Guerras, conflitos, mudanças, incertezas, pessoas enfrentando dificuldades… É tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que, às vezes, esquecemos de olhar para dentro de nós mesmos.
Um eclipse nos lembra de algo muito simples: a luz pode ser escondida por alguns instantes, mas ela não deixa de existir.
quantas vezes passamos por momentos assim? Dias em que parece que os nossos planos ficaram encobertos, que nada está acontecendo como imaginávamos e que a esperança ficou distante.
Talvez seja apenas uma pausa, abertamente falando aqui entre nós nem tudo o que acontece ao nosso redor está nas nossas mãos. Não podemos controlar o mundo, as circunstâncias ou o amanhã. Mas podemos escolher continuar caminhando, mesmo quando ainda não conseguimos enxergar o caminho inteiro. Que a gente não confunda um momento de escuridão com o fim da nossa história.
O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
Salmos 30:5
Vamos enriquecer juntos
As escolhas que moldam quem somos
Às vezes eu paro para observar as pessoas e faço-me uma pergunta: o que realmente nos torna tão diferentes uns dos outros?
Será a condição financeira? A profissão? O lugar onde nascemos? O ambiente em que crescemos?
Talvez tudo isso tenha influência. Mas, para mim, existe algo que pesa ainda mais: as escolhas.
Todos os dias fazemos escolhas, mesmo quando nem percebemos. Escolhemos como usamos nosso tempo, com quem caminhamos, o que ouvimos, o que aprendemos e, principalmente, quem estamos nos tornando.
Enquanto algumas pessoas escolhem viver apenas o momento, outras preferem investir no futuro. Uns encontram alegria em um jogo de futebol, outros em um bom livro. Há quem escolha descansar diante da televisão e há quem escolha estudar por mais uma hora. Nenhuma dessas escolhas, por si só, define o valor de alguém. Elas apenas mostram prioridades diferentes.
E é justamente aí que tudo começa.
A vida que teremos amanhã costuma nascer das pequenas decisões que tomamos hoje.
abertamente falando aqui entre nós, eu acredito que a qualidade de vida não acontece por acaso. Ela é construída pouco a pouco, quando abrimos mão de algumas coisas para conquistar outras que consideramos mais importantes.
Mas essa é apenas a minha forma de enxergar a vida.
Não acredito que exista uma única maneira correta de viver. Cada pessoa carrega uma história, enfrenta desafios diferentes e faz escolhas de acordo com sua realidade, seus sonhos e seus valores.
O que faz sentido para mim pode não fazer sentido para você, e está tudo bem.
será que as escolhas que você faz hoje estão aproximando você da vida que deseja viver amanhã? Porque, no fim das contas, talvez não seja o destino que transforme uma pessoa.
Talvez sejam as escolhas feitas no caminho; No fim, a vida não é apenas o resultado das circunstâncias que encontramos pelo caminho. Ela também é construída pelas escolhas que fazemos todos os dias. Que as nossas decisões de hoje nos aproximem da pessoa que desejamos ser amanhã.
"Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens."
Colossenses 3:23
Vamos enriquecer juntos.
Silêncio
Sexta-feira Santa. Um dia que não fala alto, não grita… mas faz a gente pensar. Um dia de silêncio, de pausa, de olhar para dentro.
A gente vive correndo, resolvendo, tentando dar conta de tudo. Mas hoje… parece que o mundo desacelera um pouco. E no meio desse silêncio, muita coisa começa a aparecer. Pensamentos, sentimentos, coisas que a gente foi deixando para depois.
Tem coisas que a gente só entende quando para. Quando silencia. Quando deixa o barulho de fora diminuir para conseguir ouvir o que está aqui dentro.
A Sexta-feira Santa não é só sobre dor. É sobre significado. Sobre entrega. Sobre fé. Sobre entender que, mesmo nos momentos difíceis, existe um propósito que a gente nem sempre consegue ver na hora.
Mas isso fica aqui entre nós… às vezes, tudo o que a gente precisa não é de mais força. É de mais fé.
E foi nesse silêncio que eu entendi uma coisa; Às vezes, é nele que a gente encontra as respostas que estava procurando há tanto tempo, o silêncio também ensina, principalmente quando a gente decide ouvir.
Ele foi ferido por causa das nossas transgressões…
e pelas suas feridas fomos curados. Isaías 53:5
Vamos enriquecer juntos
Cansaço
A vida como ela é… aqui entre nós. Tem dias que a gente não está triste, não está mal… só está cansado. Cansado de tentar, de resolver, de segurar tudo sozinho sem mostrar para ninguém.
É um cansaço que não é só do corpo. É da mente. É do coração. É de ter que ser forte o tempo todo, mesmo quando tudo o que a gente queria era parar um pouco.
E o mais difícil é que quase ninguém vê. Por fora, parece que está tudo bem. Mas por dentro… a gente está só tentando aguentar mais um dia.
Aqui entre nós… nem sempre é falta de força. Às vezes é só excesso de peso. Coisas acumuladas, responsabilidades, pensamentos, preocupações que vão ficando… e a gente continua carregando.
E foi vivendo isso que eu entendi uma coisa. Não é errado parar um pouco. Não é fraqueza respirar. Às vezes, tudo o que a gente precisa… é de um momento para se recompor e continuar.
Vinde a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Mateus 11:28
Vamos enriquecer junots
Guerra
A vida como ela é… aqui entre nós. A gente liga a televisão, abre o telemóvel, e vê imagens que parecem distantes… mas que, no fundo, mexem com a gente. Pessoas deixando suas casas, famílias separadas, vidas interrompidas de um dia para o outro.
A guerra não escolhe hora nem lugar. Ela simplesmente chega… e muda tudo. O que antes era rotina, vira sobrevivência. O que antes era certo, vira medo. E quem está ali no meio só queria uma coisa simples: viver em paz.
Quando a gente vê tudo isso, alguma coisa muda dentro da gente. A gente começa a perceber que muitas vezes reclama de coisas pequenas, enquanto tem gente lutando para manter o básico: a própria vida, a própria família.
E foi pensando nisso que eu entendi uma coisa. A gente ainda tem algo muito valioso, que muita gente hoje não tem: a chance de continuar, de tentar, de recomeçar.
O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? Salmos 27:1
vamos enriquecer juntos
Fim
A pobreza começou muito antes de mim. Ela já existia na minha família, na minha história, nas coisas que eu ouvi desde pequena. Eu cresci ouvindo que dinheiro não era para gente como nós. Que quem nasce pobre morre pobre. E que rico era ladrão.
Teve um tempo que eu até tinha medo de ser rica. Medo de ser uma coisa ruim. Medo de me tornar alguém que eu não queria ser.
Mas a vida vai ensinando. E um dia eu entendi uma coisa muito importante. A pobreza pode ter começado antes de mim. Mas ela não precisava continuar depois de mim.
Foi nesse dia que eu tomei uma decisão dentro do meu coração. Uma decisão silenciosa. Uma decisão que ninguém viu. Mas que mudou tudo. Mas eu entendi uma coisa: A história pode até ter começado assim; mas não precisava terminar em mim.
Nem tudo o que nos ensinam precisamos levar para o resto da vida.
Vamos enriquecer juntos
Destino
Se você leu até aqui, então já conhece um pedaço da minha história. A rodoviária, o quarto vazio, o carrinho de mão e os dias de fome.
Mas agora eu preciso te contar o que realmente importa.
Nenhum dos filhos da minha mãe virou pessoa de má conduta. Nenhum escolheu o caminho errado. Somos trabalhadores, somos honestos e somos pessoas de caráter.
E isso não aconteceu porque a vida foi fácil. Aconteceu porque, mesmo na dificuldade, houve escolha.
A vida não oferece as mesmas oportunidades para todos, isso é verdade. Mas a decisão de quem você vai se tornar… essa é sua.
Eu poderia ter usado minha infância como desculpa. Poderia ter escolhido a revolta. Poderia ter seguido o caminho mais fácil.
Mas eu escolhi não me acovardar. Escolhi trabalhar, escolhi crescer e escolhi fazer diferente.
Hoje, quando olho para trás, eu não vejo apenas dificuldade. Eu vejo formação. Vejo uma base sendo construída no meio do improviso. Vejo que cada quilômetro andando a pé, cada noite no papelão e cada prato simples de comida estavam moldando a mulher que eu me tornaria.
Minha origem não determinou meu destino. Minhas escolhas determinaram.
E é por isso que eu compartilho essa história. Não para que sintam pena, mas para que entendam que não importa onde você começou. O que realmente importa é a decisão que você toma a partir de agora.
O passado pode explicar, mas não pode comandar, a escolha é sempre sua. E a vida começa no momento em que você decide não se acovardar.
Que a sua história não seja uma desculpa. Que seja combustível.
Vamos enriquecer juntos.
A fome não espera
A vida não ficou fácil de repente. Mesmo com meu pai trabalhando e minha mãe capinando quintais, houve dias em que a comida acabou. E quando eu digo que acabou… acabou mesmo. Teve vezes em que passamos dois, três dias sem arroz, sem feijão, sem pão. A fome não era exagero. Era real.
Eu lembro do silêncio dentro de casa nesses dias. Um silêncio diferente. Não era briga. Não era choro alto. Era cansaço. Minha mãe fazia o que podia. Meu pai trabalhava o mês inteiro esperando o pagamento. Mas a conta nem sempre fechava.
E foi nesses dias que eu vi outra forma de amor. Minha irmã, que era um pouco mais velha, pegava o fubá que às vezes ganhávamos e fazia polenta para alimentar a gente. Não era o que queríamos. Era o que tinha. E, mesmo quando quase não havia nada, existia algo que nunca faltou dentro daquela casa simples: caráter.
Meus pais nunca ensinaram a gente a pegar o que não era nosso. Nunca ensinaram a culpar o mundo. Nunca ensinaram a desistir. Eles ensinaram a trabalhar. Ensinaram a respeitar. Ensinaram que dificuldade não é desculpa para escolher o caminho errado.
Hoje, olhando para trás, eu não romantizo a pobreza. Foi difícil. Foi dolorido. Foi cansativo. Mas foi ali que foi formado quem eu sou. Faltou comida algumas vezes. Mas não faltou exemplo.
Continua na Parte 5.
As dificuldades não te limitam: elas te lapidam.
Vamos enriquecer juntos.
O carrinho de mão
No dia seguinte meu pai saiu em busca de emprego, e logo começou a trabalhar, a gente respirou um pouco mais aliviado. Mas salário vinha só uma vez por mês. E fome não espera trinta dias. Éramos dez pessoas dentro de um cômodo simples.
Então minha mãe fez o que sempre fez na vida: não esperou a dificuldade vencer. Ela fez amizade com algumas vizinhas e conseguiu emprestado um carrinho de mão, uma pá, uma enxada e um rastelo. Perguntou onde poderia procurar serviço e falaram de um bairro chamado Inocope. E foi para lá que ela foi.
Quatro quilômetros a pé. Na ida, o carrinho estava vazio. Eu tinha sete anos e fui dentro dele, enquanto minha mãe empurrava.
Chegando no bairro, na primeira casa que viu, ela bateu palmas. Quando a dona saiu, minha mãe falou com humildade:
A senhora tem um quintal para eu capinar? Não precisa me pagar em dinheiro. Se puder me dar arroz e feijão para levar para casa, já me ajuda. Tenho oito filhos para alimentar e chegamos há poucos dias da Bahia.
Era dignidade. Não era esmola. Era trabalho em troca de comida.
A mulher deixou minha mãe entrar. E ali começou mais um dia de luta. Minha mãe capinava sem parar. Eu, com minhas mãos pequenas, pegava o rastelo e ajudava como podia. Juntava o mato, enchia o carrinho, fazia minha parte.
O sol subiu. O sol desceu. E o quintal ficou limpo. Muito limpo. No final da tarde, aquela mulher fez algo que eu nunca esqueci. Ela pegou nosso carrinho de mão… e encheu de comida.
Eu não sei se deu dinheiro para minha mãe. Eu era pequena demais para entender tudo. Mas eu sei que o carrinho voltou pesado.
Tão pesado que, na volta, eu não pude ir dentro dele. Eu andei os quatro quilômetros a pé.
E ali, naquela caminhada, eu senti pela primeira vez o peso da realidade, mas também senti algo maior: orgulho.
Orgulho da minha mãe. Orgulho de saber que, mesmo na dificuldade, a gente escolhia trabalhar.
Hoje eu entendo que naquele dia eu aprendi uma das maiores lições da minha vida: dignidade não se negocia.
Continua na Parte 4.
Ou a fome te humilha, ou te ensina a lutar.
Vamos enriquecer juntos.
Começo
No dia seguinte à noite que passamos na rodoviária, meu pai saiu cedo com meus irmãos mais velhos. Ele precisava encontrar um lugar para nós. No final da tarde, voltou com uma solução. Não era uma casa. Era um cômodo. Pequeno. Simples. Com banheiro. Sem móveis. Sem cama. Sem nada. Mas era nosso.
No caminho até lá, meu pai já tinha feito outra coisa que eu só entendi anos depois. Ele foi passando nos mercados e pegando caixas de papelão. Aquelas caixas seriam nossos colchões.
Chegamos no cômodo. Abrimos as caixas no chão. Minha mãe colocou as cobertas que tinha trazido na mala. Era aquilo que tínhamos. E naquele momento, era suficiente.
Meu pai pegou duas lajotas e fez um fogão a lenha do lado de fora. Minha mãe usou as panelinhas que trouxe da Bahia. Ele saiu ali pelo bairro mesmo e comprou um pouco de arroz e feijão. Quando o cheiro da comida começou a subir naquele quintal simples, não era só arroz sendo cozido. Era esperança.
Não tínhamos móveis. Não tínhamos conforto. Mas tínhamos decisão.
Naquela noite, eu não dormi em uma cama. Eu dormi sobre caixas de papelão. E mesmo assim, foi ali que começou a construção da nossa base.
Hoje eu entendo uma coisa: o começo quase nunca é bonito. Mas se houver coragem, ele pode ser poderoso.
Continua na Parte 3.
Ou você constrói com o pouco, ou nunca terá o muito.
Vamos enriquecer juntos.
A rodoviária
Eu tinha sete anos quando meu pai decidiu que ficar na Bahia já não era mais uma opção.
Morávamos em Itamaraju. A vida estava difícil. Éramos oito filhos pequenos, e meus pais faziam o que podiam para nos sustentar. Mas chegou um momento em que continuar ali significava aceitar que nada iria mudar, e meu pai não aceitou.
Ele juntou algumas roupas, colocou panelas dentro de uma caixa, organizou as poucas sacolas que tínhamos e colocou todos nós dentro de um ônibus, isso la 1982.
Saímos da Bahia rumo ao Espírito Santo, eu não entendia direito o que estava acontecendo. Só sabia que estávamos indo para longe de tudo o que conhecíamos.
Chegamos à rodoviária de São Mateus por volta das duas da tarde. Meu pai disse que ia procurar uma casa para alugar. Minha mãe ficou com a gente ali, sentada, cuidando de oito crianças, tentando manter a calma.
O tempo passou, e o sol começou a se pôr, e meu pai voltou quase sete horas da noite, sem casa, sem resposta, e sem esperança.
Naquela noite, ficamos na rodoviária, não tinha para onde ir. Meu pai disse que continuaríamos viagem no dia seguinte. Falou aquilo para que ninguém percebesse que não tínhamos destino certo. Foi a maneira que ele encontrou de nos proteger.
Dormimos ali, sentados, encostados uns nos outros, eu era apenas uma criança, mas hoje entendo o que aquela noite significou.
Não era apenas sobre não ter uma casa, era sobre coragem. Às vezes, o recomeço não vem organizado, não vem confortável, não vem seguro. Às vezes, ele começa no improviso.
E foi naquela rodoviária que a nossa nova história começou, talvez você também esteja vivendo um momento que parece incerto.
Mas pode ser exatamente aí que sua virada está começando.
Continua…
Nem todo recomeço vem com aplausos, a mudança vem para nos fazer crescer
Vamos enriquecer juntos.
Realidade
Passar uma noite em claro não é fácil. Pensando nos últimos acontecimentos que estão circulando na internet. Notícias pesadas. Revelações que parecem roteiro de filmes de terror. Confesso que fiquei em choque, estarrecida abalada emocionalmente.
E quando isso acontece, o corpo reage da pior forma possível como já não bastassem as dores físicas devido a um acidente que sofri de moto ocorrido em 22/01/26, o choque das notícias foi tão grande que não me contive e, ao tomar banho, fui ao chão, machucando o que já estava machucado. A sensação de dor, de possível ruptura dos 5 parafusos e do fio de Kirschner que foi posto ao pé com apenas 15 dias de operada… e isso me aconteceu.
A internet é uma ferramenta poderosa ela pode informar, pode ensinar, pode libertar, mas também pode bombardear. Informação que atravessa a tela e atinge direto a nossa mente. A gente nem percebe, aquilo começa a morar dentro da gente, e, levando em consideração que é um meio de comunicação, ela também pode ser um meio de destruição.
O problema não é a informação, ela precisa existir, a verdade precisa vir à tona. O que acontece no mundo não pode ser escondido, porque o problema não é saber, o problema são as pessoas que cometeram os atos, e o mal que foi praticado, e a origem do crime. A internet não criou o mal, ela expôs. E quando algo é exposto, nós tomamos conhecimento de coisas que talvez nunca imaginaríamos, e é isso que dói. Não é a informação em si, é descobrir que aquilo existe e fere a nossa inocência.
Crianças, sem exceção de etnia, origem ou condição, são bênçãos. São vidas em formação. Precisam ser amadas, protegidas e respeitadas, a maldade humana tomou conta do mundo, Impossível não se abalar.
Às vezes parece que o mundo está de cabeça para baixo. Eu costumo dizer que a internet é como uma arma, agente não vê, mas podemos sentir o impacto profundo; Mas a responsabilidade é de cada um de nós. E se não tivermos maturidade emocional, a gente absorve tudo como se fosse pessoal, como se fosse imediato, como se estivesse acontecendo dentro da nossa casa.
O que antes acontecia longe, agora entra pela nossa tela. Não podemos ignorar a verdade. A informação não é o vilão, a responsabilidade é de quem praticou o mal. E é aí que percebemos o quanto somos frágeis. São histórias que tiram o nosso chão, e existem dias de vulnerabilidade, hoje foi um desses dias em que eu senti o peso das coisas. Não é uma verdade absoluta.
Não é regra, não é julgamento, que fique bem claro isso entre nós, é apenas o meu entendimento diante do que vivi.
Não podemos mudar o mundo, Mas podemos mudar algo dentro de nós.
Vamos enriquecer juntos.
Responsabilidade
Houve uma época da minha vida em que eu estragava muitos alimentos dentro de casa. Eu fazia compra, enchia a geladeira, cozinhava bastante, e no terceiro dia parte da comida ia para o lixo. Naquele momento eu não tinha noção do que aquilo realmente significava.
Até que chegou uma fase em que começou a faltar alimento dentro de casa. E foi ali que eu aprendi da forma mais amarga possível o que é administrar. Administrar dinheiro, administrar casa, administrar alimento. Porque no fundo tudo é administração.
Eu observava como eu costumava cozinhar. Pegava uma cenoura, uma batata, uma beterraba, um chuchu, um inhame, uma batata doce. Cortava tudo em palitinho e fazia um prato grande, cheio, bonito. Um de cada.
A gente almoçava. Jantava. No outro dia almoçava de novo. Jantava outra vez. E no terceiro dia aquilo já não estava bom. Ia para o lixo. E ali estava indo meu dinheiro.
Foi então que comecei a mudar. Primeiro reduzi para metade de cada verdura. Ainda sobrava. Reduzi mais. Fui testando, observando, ajustando.
Até que cheguei na medida ideal: dois dedos.
Pegava a cenoura e media dois dedos.
O chuchu, dois dedos.
A batata, dois dedos.
O inhame, dois dedos.
A abóbora, uma fatia de dois dedos.
A batata doce também.
Cozinhava dois dedos de cada verdura. Aquela passou a ser a medida certa para alimentar cinco pessoas, dois adultos e três crianças. Almoçava. Jantava. E acabava. Não sobrava para estragar.
Mas eu entendi algo ainda mais importante: não adiantava aprender a cozinhar dois dedinhos se eu continuasse comprando demais.
Se eu continuasse trazendo sacos grandes porque estavam mais baratos, o desperdício ia continuar. Talvez não na panela, mas na geladeira. E muitas vezes o que ficava para a outra semana acabava estragando do mesmo jeito.
Então eu refiz tudo.
Não só dentro de casa, mas também na hora de comprar.
Eu deixei de comprar sacos cheios de cenoura, de batata, de chuchu. Parei de comprar pelo impulso, Porque comigo, quando sobrava demais, ia para o lixo.
Passei a comprar apenas o necessário para a semana.
Duas cenouras para sete dias.
Dois chuchus para sete dias.
Duas batatas.
Dois inhames.
Duas batatas doces.
Uma abobrinha pequena.
Nem mais. Nem menos.
Foi aí que eu entendi que economizar não é passar necessidade. É entender a medida certa. E a medida certa começa na compra.
Hoje eu sei que economia não está só nos alimentos. Está na água, na luz, nas pequenas decisões da casa. Mas isso é assunto para outro dia, o que eu aprendi foi simples: desperdício não começa no lixo. Começa na falta de atenção, quando você presta atenção, o dinheiro fica.
Em tudo há uma engenharia,
Vamos enriquecer juntos.